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  • Do sonho à escritura: a arquitetura financeira necessária antes de assinar o financiamento

    A cena é quase sempre a mesma: o casal caminha pelo apartamento decorado, toca no acabamento em granito da cozinha e já consegue ouvir o som dos amigos rindo na sala de jantar. Ali, entre o cheiro de tinta nova e a iluminação projetada, nasce a convicção de que o contrato precisa ser assinado. No entanto, o que separa o encantamento da entrega das chaves não é apenas a aprovação do crédito, mas uma arquitetura financeira que muitos negligenciam até que o primeiro boleto de taxas cartorárias chegue à mesa. Lembro-me de um cliente, o Bruno. Ele passou dois anos economizando cada centavo para dar 20% de entrada em um imóvel de R$ 600 mil. Ele tinha os R$ 120 mil exatos. O que ele não havia colocado na planilha — e que quase fez o negócio naufragar — foi o “custo do papel”. Entre ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis), escrituras e o registro de imóveis, lá se foram quase R$ 25 mil adicionais. Essa é a primeira grande lição de quem pisa no terreno do mercado imobiliário: o preço do imóvel não é o custo da transação. O alicerce invisível: além da parcela Quando falamos em financiamento imobiliário, a maioria das pessoas foca na taxa de juros nominal. É um erro clássico. O que realmente dita o ritmo da sua saúde financeira pelas próximas décadas é o CET (Custo Efetivo Total). Dentro dele, estão escondidos seguros obrigatórios (Morte e Invalidez Permanente e Danos Físicos ao Imóvel) e taxas de administração que podem variar drasticamente entre as instituições financeiras. Para construir essa arquitetura financeira sólida, é preciso olhar para três pilares: A Reserva de Documentação: Nunca inicie uma negociação sem ter entre 4% e 6% do valor do imóvel reservados exclusivamente para impostos e emolumentos de cartório. O Teste de Estresse do Orçamento: A parcela não deve comprometer mais de 30% da renda familiar, mas o ideal é que ela simule o valor do seu aluguel atual somado a uma poupança.

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    Se você paga R$ 2 mil de aluguel e a parcela será de R$ 3.500, você já consegue guardar esses R$ 1.500 extras hoje? Se a resposta for não, o sonho pode virar um fardo. O Fundo de Pós-Chave: Imóveis na planta ou mesmo usados exigem investimentos imediatos. Piso, iluminação, marcenaria básica. Entrar em um imóvel vazio e sem fôlego financeiro para o mínimo de conforto gera uma frustração que a escritura não apaga. A estratégia do tempo e a amortização Uma análise técnica profunda que poucos compradores fazem antes de assinar o contrato é sobre o sistema de amortização. A escolha entre a tabela SAC (Sistema de Amortização Constante), onde as parcelas decrescem, e a PRICE (parcelas fixas) muda completamente o planejamento patrimonial a longo prazo. No cenário brasileiro, a SAC costuma ser a preferida de quem tem um planejamento conservador, pois o saldo devedor cai mais rápido desde o início. No entanto, para investidores que buscam liquidez imediata ou compradores com renda ascendente, a PRICE pode liberar fluxo de caixa no presente para outras aplicações. O segredo que corretores de imóveis experientes costumam compartilhar em conversas de bastidor é a “estratégia da amortização extra”. Se você planeja sua arquitetura financeira para pagar apenas uma parcela extra por ano, diretamente no saldo devedor, você consegue reduzir um financiamento de 30 anos para quase metade do tempo, economizando uma fortuna em juros que nenhum investimento de renda fixa conseguiria cobrir com a mesma segurança.

  • Do papel ao patrimônio: a ciência de investir em lançamentos sem ignorar as variáveis de cronograma

    Já sentiu aquele frio na barriga ao olhar para um terreno cercado por tapumes e imaginar que, em três ou quatro anos, ali estará uma torre imponente e, mais importante, uma fatia relevante do seu patrimônio? Comprar um imóvel na planta é, talvez, o exercício de fé mais racional que existe no mercado financeiro. Você não está comprando tijolo; está comprando um fluxo de caixa futuro e uma promessa de valorização que, se bem executada, deixa qualquer renda fixa no chinelo. Mas vamos ser francos: o “pulo do gato” não está apenas em escolher o bairro da moda ou a fachada mais bonita do catálogo. A verdadeira ciência de transformar papel em patrimônio reside na sua capacidade de ler o cronograma da obra não como uma sugestão, mas como um mapa de riscos e oportunidades. O fator invisível que dita o lucro Muitos investidores de primeira viagem focam apenas no preço final. “Ah, paguei 500 mil e quando pronto vai valer 750 mil”. Parece simples, né? Só que o jogo real acontece nos bastidores do INCC (Índice Nacional de Custo de Construção). Durante a obra, o seu saldo devedor é vivo. Ele respira. Se você não provisionar essa correção, o lucro que parecia garantido pode ser corroído pela inflação dos materiais de construção e da mão de obra. Pense no caso de um cliente meu, o Marcos. Ele investiu em um lançamento de estúdios em uma região de alto fluxo corporativo. O plano era excelente, mas ele não considerou o “gap” entre a entrega das chaves e a primeira locação. Ele esqueceu que, assim que o condomínio é instalado, as contas chegam — IPTU, condomínio, fundo de reserva — e o imóvel ainda está vazio, talvez precisando de um home staging ou de marcenaria básica para atrair o inquilino premium.

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    O cronograma de retorno dele atrasou seis meses só nessa brincadeira. A anatomia do tempo na obra Para não cair em ciladas, você precisa dividir o investimento em fases críticas: O período de carência emocional: É o início da obra. Nada parece acontecer, mas é aqui que o seu fluxo de entrada precisa estar afiado. É a fase de maior aporte e menor visibilidade. O pico do INCC: Geralmente ocorre no meio da estrutura, quando o consumo de aço e concreto explode. Se o cenário macroeconômico estiver instável, é aqui que o investidor despreparado se desespera e tenta repassar a unidade (o famoso “venda de ágio”) antes da hora, muitas vezes perdendo dinheiro. A reta final e o Habite-se: É o momento da verdade. Aqui, a valorização imobiliária dá o seu último salto antes da entrega. É a hora de decidir: quitar com recursos próprios, financiar ou vender para realizar o lucro. Estratégia pura, sem romantismo Investir em lançamentos exige uma frieza quase cirúrgica. Você precisa olhar para o memorial descritivo e entender se aquele acabamento vai ser diferencial de revenda daqui a cinco anos ou se vai ficar datado. Além disso, a localização não é apenas o endereço; é o que vai ser construído ao redor. De que adianta um prédio lindo se, no cronograma da prefeitura, uma obra viária vai bloquear o acesso principal por dois anos? O papel do corretor de imóveis aqui deixa de ser o de “vendedor de sonhos” para se tornar um consultor estratégico. Ele é quem vai te dizer se o cronograma daquela incorporadora costuma ser realista ou se eles têm o hábito de entregar com seis meses de atraso (o que, em termos de juros, pode mudar todo o seu ROI).

  • Contabilidade para transportadoras: Fretes, pedágios e a complexidade do CT-e

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    Imagine um caminhão carregado cruzando a fronteira entre São Paulo e Mato Grosso. Para o motorista, o desafio é o asfalto e o cronograma; para o gestor da transportadora, o verdadeiro obstáculo reside na montanha russa tributária que começa antes mesmo de a chave girar na ignição. O setor logístico brasileiro opera sob uma das malhas fiscais mais complexas do mundo, onde o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) atua como o sistema nervoso central de toda a operação. O labirinto do CT-e e a precisão da escrita fiscal O CT-e não é apenas um documento digital de transporte; ele é a materialização da obrigação acessória que alimenta o apetite do Fisco estadual e federal. Um erro na classificação do CFOP (Código Fiscal de Operações e Prestações) ou a indicação equivocada do tomador do serviço pode gerar bitributação ou, pior, a retenção da carga em postos fiscais. Na prática, a contabilidade para transportadoras exige um monitoramento em tempo real. Quando analisamos o regime do Simples Nacional frente ao Lucro Presumido, muitos empresários optam pelo primeiro por puro instinto de simplificação. No entanto, ao atingir determinado volume de fretes intermunicipais, o peso do ICMS dentro da guia unificada pode sufocar a margem de lucro. No Lucro Presumido, a alíquota de ISS ou ICMS é segregada, e a base de cálculo para IRPJ e CSLL possui coeficientes específicos para o transporte de cargas que, se bem aplicados, tornam a operação mais leve. A armadilha oculta no vale-pedágio Um ponto de fricção técnica que frequentemente drena o caixa das transportadoras é a gestão dos pedágios. Pela legislação vigente (Lei no 10.209/2001), o valor do vale-pedágio obrigatório não integra o valor do frete e, portanto, não deve compor a receita bruta para fins de tributação. Considere este cenário: uma transportadora que fatura R$ 500.000,00 por mês, onde R$ 40.000,00 correspondem a repasses de pedágio.

    Se a contabilidade for negligente e incluir esse valor na base de cálculo do PIS, COFINS e impostos sobre a renda, a empresa estará “doando” uma fatia relevante do seu lucro líquido para o governo sem qualquer necessidade legal. O planejamento tributário aqui não é uma escolha, é uma ferramenta de sobrevivência. Créditos de combustível e o fôlego do Lucro Real Para frotas maiores, o Lucro Real surge como uma alternativa analítica poderosa. Diferente do Lucro Presumido, onde a tributação ignora a despesa real, no Lucro Real é possível creditar-se de insumos críticos. O óleo diesel, os pneus e até a manutenção preventiva geram créditos de PIS e COFINS que podem ser compensados. Entretanto, essa transição exige um Compliance Fiscal rigoroso. Não basta ter a nota fiscal; é preciso que o departamento pessoal esteja alinhado com a jornada do motorista (Lei 13.103/2015), que o fluxo de caixa registre cada entrada com precisão cirúrgica e que a gestão contábil estratégica consiga diferenciar o que é custo operacional do que é investimento em frota. Gestão além do básico A contabilidade consultiva para o setor de transportes vai muito além de emitir guias. Ela entra na esfera do BPO Financeiro e da análise de indicadores de desempenho (KPIs). Qual o custo por quilômetro rodado? Qual o impacto do pró-labore dos sócios na estrutura de custos fixa? A distribuição de lucros está sendo feita de forma isenta de impostos com base na escrituração contábil ou apenas pela presunção?

  • O que acontece dentro de uma sala de infusão de quimioterapia?

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    O receio do desconhecido costuma ser, muitas vezes, mais paralisante do que o tratamento em si. Quando um paciente recebe a notícia de que precisará passar pela quimioterapia, a mente projeta imagens sombrias: salas frias, máquinas barulhentas e um mal-estar imediato. Mas, se abrirmos aquela porta pesada da oncologia e observarmos o que realmente acontece lá dentro, o cenário é muito mais focado em logística precisa e cuidado humano do que em drama cinematográfico. A jornada de um dia de infusão não começa na poltrona, mas na farmácia de manipulação. Cada dose é individualizada; não existe uma “receita de prateleira”. O oncologista calcula a miligramagem exata baseada na superfície corporal, exames de sangue recentes e na função renal do paciente. Enquanto você aguarda na recepção, uma equipe de farmacêuticos oncológicos prepara o protocolo em capelas de fluxo laminar, garantindo a esterilidade e a potência da medicação. O ritual da pré-medicação Um dos maiores medos de quem pisa na sala de infusão é o enjoo imediato. É aqui que entra a estratégia clínica moderna. Antes de qualquer droga citotóxica (a quimioterapia propriamente dita) entrar na corrente sanguínea, preparamos o terreno. Administramos o que chamamos de “pré-meds”: antieméticos potentes, corticoides e, às vezes, antialérgicos. Esse bloqueio antecipado é o que permite que muitos pacientes saiam da sessão e consigam almoçar ou seguir o dia com o mínimo de interrupção. A ideia não é apenas tratar a doença, mas proteger o organismo dos efeitos colaterais antes mesmo que eles pensem em aparecer. O acesso e a tecnologia das bombas Na sala, o ambiente costuma ser de uma calma inesperada.

    Há quem leia, quem durma e quem prefira conversar com a equipe de enfermagem — que, convenhamos, são os verdadeiros maestros desse processo. O acesso venoso é o ponto crítico. Muitos pacientes utilizam o Port-a-cath (aquele cateter implantado sob a pele), o que evita as picadas repetitivas e protege as veias periféricas da irritação que certos quimioterápicos podem causar. As bombas de infusão ditam o ritmo com seus bipes discretos. Elas controlam a velocidade exata: algumas drogas precisam entrar em 15 minutos; outras, como certos protocolos para câncer colorretal ou de mama, podem levar horas. Esse tempo não é arbitrário; ele é calculado para maximizar a morte das células tumorais e minimizar o impacto nos tecidos saudáveis. O que se sente lá dentro? Muitos perguntam: “Dói na hora em que o remédio entra?”. A resposta curta é não. A quimioterapia não queima ao entrar, com exceção de raras sensações de resfriamento ou um leve sabor metálico na boca que alguns pacientes relatam. Imagine o caso de um paciente em tratamento para câncer de pulmão utilizando imunoterapia combinada com quimioterapia. Enquanto a “quimio” ataca as células que se dividem rápido, a imunoterapia está silenciosamente ensinando o sistema imunológico a reconhecer o tumor. É uma batalha de alta tecnologia acontecendo em silêncio, enquanto o paciente assiste a uma série ou descansa sob uma manta.

  • Dicas para transformar um porão em área de lazer

    Muitos proprietários enxergam o porão apenas como um local para guardar entulho. No entanto, para o mercado imobiliário, esse espaço é uma “mina de ouro” subutilizada. Transformar um porão em uma área de lazer não só melhora a qualidade de vida, como também aumenta significativamente o valor de revenda do imóvel. Confira dicas práticas para realizar essa metamorfose: 1. Resolva a umidade e a ventilação O maior inimigo de qualquer porão é a umidade. Antes de investir em móveis, verifique infiltrações e invista em uma boa impermeabilização. Como o porão costuma ter poucas janelas, instale sistemas de exaustão ou ar-condicionado para garantir que o ar circule e o ambiente permaneça agradável. 2. Invista em iluminação estratégica Por ser um ambiente naturalmente escuro, a iluminação é o que trará vida ao espaço. Utilize uma combinação de luzes diretas (spots no teto) e indiretas (fitas de LED e abajures). Cores claras nas paredes também ajudam a refletir a luz e dão a sensação de que o pé-direito é mais alto.

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    3. Defina o propósito do ambiente Para o investidor ou proprietário, é importante que o espaço seja funcional. Algumas ideias populares incluem: Cinema em casa: Aproveite a ausência de luz natural para criar uma sala de TV impecável. Salão de jogos ou Bar: Perfeito para receber amigos e criar um ambiente de descontração. Espaço Kids: Uma área segura para as crianças brincarem sem espalhar brinquedos pela casa toda. 4. Escolha revestimentos práticos Evite tapetes e carpetes fixos que possam acumular mofo. Prefira pisos vinílicos, que são resistentes, fáceis de limpar e oferecem conforto térmico. Móveis planejados são ideais para aproveitar cada canto, especialmente em porões com formatos irregulares. O impacto no mercado imobiliário Para corretores e imobiliárias, um porão bem acabado é um diferencial competitivo enorme. Ele conta como metragem quadrada útil e emocional, facilitando o fechamento de vendas ou aluguéis. Um imóvel com área de lazer privativa e bem estruturada destaca-se imediatamente nos portais de busca, atraindo compradores que buscam conforto e exclusividade. Transformar seu porão é, acima de tudo, um investimento inteligente com retorno garantido.

  • Cuidados e acompanhamento médico

    O tratamento depende da condição neurológica e geralmente envolve um exame
    clínico do paciente, além de exames complementares. Após a realização dos
    exames e o recebimento do diagnóstico, o neurologista pode iniciar o tratamento,
    que normalmente exigirá acompanhamento a longo prazo, dependendo da
    condição neurológica.
    O acompanhamento médico depende da condição neurológica. Em alguns
    casos, um distúrbio neurológico pode exigir apenas uma única consulta de
    acompanhamento, enquanto outras condições neurológicas requerem
    monitoramento especializado e de longo prazo.
    Neurorreabilitação na Clinique Valmont? A neurorreabilitação é uma etapa
    fundamental para ajudar os pacientes a retornarem à vida cotidiana de forma
    segura e tranquila.

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    Especializada em neurorreabilitação, a Clinique Valmont apoia pacientes com
    doenças neurológicas, como a doença de Parkinson e a esclerose múltipla ,
    bem como aqueles que sofreram danos neurológicos permanentes devido a um
    AVC . Os pacientes da Swiss Medical Network podem usufruir de benefícios
    exclusivos durante o seu programa de reabilitação na Clinique Valmont. A clínica
    tem parceria com todas as seguradoras de saúde suplementares.
    A pesquisa em neurologia na Mayo Clinic explora a ciência básica e clínica para
    desenvolver novas técnicas e avanços tecnológicos em neurologia e
    neurocirurgia. Em todas as especialidades, os neurologistas trabalham em
    equipe com neurocirurgiões, clínicos e cientistas para levar as opções
    terapêuticas por diversas etapas — desde a concepção das ideias até os testes
    de segurança e eficácia e o uso como tratamento para pacientes.

  • A diferença entre ordens a mercado e ordens limite

    Descubra

    A diferença entre ordens a mercado e ordens limite Se você está começando a investir em criptomoedas, já deve ter percebido que, ao tentar comprar Bitcoin ou Ethereum em uma corretora (exchange), surgem várias opções. As duas mais comuns são a ordem a mercado e a ordem limite. Embora pareçam detalhes técnicos, escolher a opção errada pode custar dinheiro. Entenda a diferença de forma simples e direta. Ordem a Mercado: Velocidade é a Prioridade Uma ordem a mercado é executada instantaneamente ao melhor preço disponível no momento. É a opção ideal para quem quer comprar ou vender “agora”, sem esperar. Vantagem: Execução garantida e imediata. Você entra ou sai do mercado no mesmo segundo. Desvantagem: Você fica vulnerável à volatilidade. Em mercados rápidos, o preço final pode ser ligeiramente diferente do que você viu na tela inicialmente (fenômeno conhecido como slippage). Ordem Limite: Controle é a Chave Na ordem limite, você define o preço exato pelo qual deseja comprar ou vender.

    A transação só acontece se o mercado atingir o valor que você estipulou. Vantagem: Controle total sobre o seu capital. Você nunca pagará mais caro do que planejou por aquele Ethereum ou Bitcoin. Além disso, muitas exchanges cobram taxas menores para ordens limite. Desvantagem: Não há garantia de execução. Se o preço do ativo subir e nunca tocar no seu limite, sua ordem ficará “pendurada” e a compra não será realizada. Qual escolher no mercado cripto? A decisão depende da sua estratégia e da urgência: 1. Use Ordem a Mercado se você precisa aproveitar uma oportunidade de curto prazo ou sair de uma posição rapidamente durante uma queda brusca, onde a velocidade vale mais que alguns centavos de diferença. 2. Use Ordem Limite se você tem uma estratégia de preço definida e paciência para esperar o mercado vir até você. É a escolha preferida de investidores que buscam otimizar seus lucros e evitar compras por impulso. No dinâmico mercado de criptomoedas, saber alternar entre essas duas ferramentas é o primeiro passo para operar como um profissional. Escolha com inteligência!

  • Os agentes possuem amplo conhecimento do mercado

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    Ninguém entende as tendências e condições atuais do mercado imobiliário melhor do que os corretores. Se você é um investidor imobiliário, essa é uma das principais razões e benefícios de contratar um corretor. Os melhores corretores conhecem todos os aspectos do mercado imobiliário, especialmente como diferentes fatores, como taxas de juros de financiamento imobiliário e a taxa de desemprego, podem afetá-lo. Eles também têm um conhecimento profundo do mercado, rua por rua e até mesmo casa por casa, tanto para compradores quanto para vendedores .

    Assim, eles conhecem os meandros do mercado e sabem mais detalhes sobre os imóveis à venda do que as informações encontradas no sistema MLS (Multiple Listing Service). Os dados imobiliários que eles possuem incluem os preços médios e medianos de venda, a relação entre o preço de lista e o preço de venda, e o preço médio por metro quadrado de imóveis semelhantes.

    Eles também podem identificar imóveis comparáveis e fornecer essas informações para que você possa tomar uma decisão informada rapidamente. Outros conhecimentos de mercado que somente um corretor local possui incluem quais bairros estão próximos de boas escolas, quais bairros apresentaram o maior aumento no valor de mercado ao longo dos anos e quais são os projetos mais promissores em determinada área. Tudo isso permite que os corretores ajudem você a determinar se um determinado bairro é bom ou não para investir em imóveis .

  • A anatomia do risco: aprendendo a equilibrar o medo e a ambição na construção da sua carteira

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    Você já sentiu aquele frio na espinha ao abrir o aplicativo da corretora e ver os números oscilando em um vermelho intenso? Esse desconforto visceral é o ponto de encontro entre dois dos impulsos mais antigos do ser humano: o medo da perda e a ambição pelo ganho. No mundo das finanças, o risco costuma ser tratado como um bicho-papão ou um número frio em uma planilha de volatilidade, mas a verdade é que ele é a única matéria-prima capaz de gerar riqueza acima da inflação. Sem risco, o seu dinheiro é lentamente devorado pelo tempo. Entender a anatomia do risco começa pela distinção entre oscilação e ruína.

    Se você investe em um bom fundo de índice (ETF) ou em ações de empresas sólidas que pagam dividendos, o preço vai cair em algum momento. Isso é volatilidade. O risco real, aquele que destrói patrimônios, é o de ser forçado a vender no pior momento possível ou investir em algo que simplesmente deixa de existir. Imagine o caso do investidor que, movido pela euforia de ver o Bitcoin bater recordes, decide alocar 80% das suas economias em criptoativos sem ter uma reserva de emergência. Quando o mercado corrige — e ele sempre corrige —, esse investidor entra em pânico porque aquele dinheiro era o que pagaria a reforma da casa ou a escola dos filhos. O erro aqui não foi o ativo (o Bitcoin tem fundamentos tecnológicos e de escassez poderosos), mas a falta de um paraquedas financeiro.

    A segurança nos investimentos não vem de evitar o risco, mas de fragmentá-lo. É o que chamamos de diversificação inteligente. Uma carteira equilibrada não é aquela que nunca cai, mas a que possui componentes que reagem de formas diferentes aos estímulos do mercado. Enquanto a renda fixa, como o Tesouro Direto ou um CDB de liquidez diária, atua como a âncora que protege seu sono e garante que você tenha liquidez para imprevistos, a renda variável (ações e fundos imobiliários) funciona como o motor de crescimento. Já os criptoativos podem ser vistos como a “pimenta”: uma exposição pequena, talvez 2% ou 5% do total, que tem potencial de valorização assimétrica sem comprometer sua sobrevivência caso o cenário piore.

  • Uma empresa pode enfrentar diferentes tipos de riscos

    Administrar um negócio exige capacidade de flexibilidade e capacidade de resposta, especialmente em um ambiente de negócios em constante mudança, onde as necessidades dos clientes e as condições de mercado podem mudar rapidamente. Quem está envolvido na gestão empresarial?A gestão empresarial envolve a participação de todos os stakeholders da empresa, cada um com funções e responsabilidades específicas. Os principais atores envolvidos na gestão empresarial são: interno (líder empresarial, conselho de administração, gerentes, funcionários); externo (clientes, fornecedores, acionistas, investidores); outros (consultores, parceiros de negócios, etc.). Quais são os princípios fundamentais da gestão empresarial? Os 3 princípios fundamentais da gestão empresarial são: dirigir; controlar; agir. Gerenciando o negócio – A direção é um pilar fundamental da gestão empresarial. https://www.cigam.com.br/agronegocio

    De fato, a gestão empresarial envolve incutir uma visão, definir metas e identificar os recursos necessários para alcançá-las. Portanto, a gestão empresarial é inseparável do planejamento. Além disso, gerir a empresa envolve coordenar ações entre diferentes divisões e departamentos. As operações devem funcionar sem problemas no dia a dia. Para alcançar uma boa gestão empresarial, não basta apenas planejar. É preciso também monitorar as ações implementadas e os resultados alcançados. Concretamente, na gestão empresarial, o controle consiste em avaliar a diferença entre as previsões e a realidade. Isso se aplica tanto a objetivos quantitativos (faturamento, margens, etc.), quanto a objetivos qualitativos, como o cumprimento de procedimentos. Isso envolve, em particular: manter painéis ; desempenho da trilha; comparar os resultados obtidos.